Quantas escritoras estão no seu catálogo?

E se uma pessoa chegasse hoje, agora, nesse exato minuto, na biblioteca onde você trabalha procurando livros escritos por mulheres? De quantas escritoras diferentes você teria obras para oferecer? Quão variados seriam os temas e gêneros dessas obras? Quão diverso seria o perfil dessas escritoras?

Sim, porque se tem uma coisa que nós, mulheres, não somos é pasteurizadas, homogêneas, portanto, nossa escrita também não é pasteurizada, homogênea. Assim como nós, ela é plural. Assim como ela, o acervo das bibliotecas também deve(ria) ser.

Me peguei pensando nisso dia desses e resolvi compartilhar esse questionamento com vocês. E aí, quantas?

Clubes de assinatura de livros

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Até o ursinho gosta de ler

Alguns dizem que eles são uma nova roupagem do clássico círculo do livro. Talvez sejam mesmo. O fato é que nos últimos dois anos a quantidade de clubes de assinatura de livros vem crescendo. A proposta é simples, você paga uma assinatura e recebe, todos os meses, na sua casa um (ou mais) livro surpresa. Dependendo do clube, os livros enviados podem ser acompanhados de algum mimo relacionado a obra. Continuar lendo

Lendo mulheres

Pouco mais de um ano atrás eu estava tranquilamente navegando na internet quando me deparei pela primeira vez com a hashtag Leia Mulheres (#leiamulheres) e todo movimento que existe por trás dela. Fiquei curiosa e comecei a acompanhar alguns comentários e textos explicando do que se tratava.

Para quem não conhece, o Leia Mulheres começou em 2014 quando a escritora e ilustradora Joana Walsh criou a hashtag #readwomen2014 para incentivar a leitura de obras escritas por mulheres. No Brasil, Juliana Gomes, Juliana Leuenroth e Michelle Henriques decidiram transformar a ideia em um clube de leitura com encontros mensais. Mas adivinhem só?! A ideia deu tão certo que virou um projeto com site, parcerias (a mais recente foi com a Garimpo Clube do Livro o que permitiu criar uma versão do clube para assinantes) e encontros espalhados por cidades de 20 estados brasileiros e contando. Continuar lendo

Trocando livros no Skoob

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Corujinha leitora no pedaço! Fonte da imagem: Blog do Skoob

Recriei minha conta no Skoob – que é uma rede social voltada para leitores – alguns meses atrás e resolvi utilizar uma das funcionalidades mais interessantes oferecidas por essa mídia social:  a troca de livros entre seus usuários. Continuar lendo

Coincidência?

Essa postagem é só pra compartilhar a foto desse letreiro fantástico 😀

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E aí, segundo o parâmetro do letreiro, você está perto ou longe da extinção? Fonte da imagem: James Feeheley

Minha experiência com o Google Livros

Dia desses estava flanando pelo Twitter e me deparei com um texto da Lady Sybylla com dicas para ler mais e melhor. Como sou alguém que, apesar de significativos e recentes avanços, ainda tem uma pilha de coisas acumuladas para ler fui conferir as lista. Pois bem, algumas das dicas listadas pela Sybylla eu já pratico, mas a leitura do texto dela me fez pensar sobre uma coisa que passei a fazer no começo desse ano e que me ajudou a otimizar meu tempo e a ler mais: usar o Google Livros para ler meus arquivos pessoais.

Explico.

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Tela inicial do Google Livros

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Hiatos e meta de leitura

Faz tempo que não venho aqui, mas fiz tanta coisa bacana nesse meio tempo que sobrou pouco tempo pra falar com vocês por aqui. Um projeto grande no trabalho ganhou o mundo e estou realmente orgulhosa de está envolvida na realização dele. Fiz um curso maravilhoso sobre mídias sociais. Avancei bastante na escrita de um texto que estava – ainda está – azucrinando meus neurônios e li muito, mas muito mesmo.

Porém, ler muito não quer dizer que alcancei a meta que tinha estabelecido no começo do ano. Dos 24 livros – que na verdade eram 25 porque um deles se divide em 2 volumes –  que formavam a lista li 18, ou seja, faltam 6 para terminar. O que é um desempenho mais do que aceitável. Continuar lendo