Sites para estudar online

A graduação é etapa fundamental para a formação do bibliotecário. Entretanto, ela não é suficiente para que o profissional adquira uma série de conhecimentos e habilidades necessários a sua atuação. Além disso, o tempo passa, as coisas mudam e manter-se atualizado é fundamental.

Já que mais um ano está começando e provavelmente você já fez listas e mais listas com promessas de ano segue uma pequena relação com dicas, algumas você talvez até já conheça, de sites pra estudar online. Continuar lendo

#Resenha – Pedagogia da Autonomia

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 53. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2016.

Nem só de livros de Biblioteconomia vive uma Estante de Bibliotecária…

Paulo Freire
Fotografia do Prof. Paulo Freire. Créditos da Imagem: Slobodan Dimitrov

Uma das melhores leituras que fiz esse ano foi a do livro Pedagogia da Autonomia, de autoria do professor Paulo Freire. Uma das primeiras coisas a me chamar atenção nessa obra foi a vitalidade da escrita de Paulo Freire. Seu texto é vivência e prosa da melhor qualidade.

A estruturação e o encadeamento das ideias e conceitos é fluído. A cada capítulo, por meio de uma escrita simples e limpa, o leitor vai sendo apresentado as ideias de Paulo Freire e tudo está exposto de uma maneira clara. Acredito que essa clareza surge, em parte, do fato do autor construir seu texto a partir da realidade por ele (por nós) observada e vivenciada. Os exemplos são inseridos nos pontos certos do texto e tudo é discutido e (re)discutido na medida exata. Continuar lendo

Miséria da biblioteca escolar – Resenha

SILVA, Waldeck Carneiro da. Miséria da biblioteca escolar. 3. ed. São Paulo, SP: Cortez, 2003. (Questões da nossa época, 45).
Capa do livro "Miséria da biblioteca escolar"
Capa do livro “Miséria da biblioteca escolar”
O futuro das bibliotecas escolares de Fortaleza esteve em discussão no último mês. Discussão essa originada a partir da nada brilhante, porém não surpreendente proposta de alocação de professores afastados para administrar as bibliotecas escolares do município. Felizmente, a classe bibliotecária de Fortaleza está buscando evitar que essa alocação seja institucionalizada e sensibilizar a administração municipal para a necessidade de investir na melhoria da estrutura física das bibliotecas escolares e contratar (por meio de concurso público) bibliotecários para atuarem nas mesmas.
A boa notícia é que a proposta feita pelos bibliotecários, aparentemente, foi ouvida e será considerada e será considerada pela Comissão de Cultura, Desporto e Lazer da Câmara Municipal de Fortaleza. Enquanto esperamos (e cobramos) um desenrolar positivo para essa situação vamos falar um pouquinho de uma obra que discute o desmazelo com o qual a biblioteca escolar tem sido tratada historicamente no Brasil.

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