Sudoku na biblioteca

Amei essa foto postada no Instagram pela Brooklyn Public Library. Os amantes de jogos de raciocínio lógico, especialmente sudoku, devem ter curtido também.

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Vamos jogar!

#Resenha – Eu amo bibliotecas

BORGES, Iris. Eu amo bibliotecas. São Paulo: Instituto Callis, 2009.

Não é novidade bibliotecas servirem como cenário e/ou inspiração para narrativas literárias. A leitura, especialmente a de livros, é comumente a associado a magia e ao encantamento. Sendo as bibliotecas o mais antigo abrigo dos livros já era de se esperar que a mágica associada ao segundo desaguasse também no primeiro.

Esse é o caso do livro infantil Eu amo bibliotecas, escrito por Iris Borges. Esse livro narra, em primeira pessoa, a relação de uma menina com a biblioteca localizada nas proximidades de sua casa.

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Capa do livro Eu amo bibliotecas.

A pequena narradora conta o que gosta de fazer quando vai a biblioteca. Ela é observadora e uma das coisas que mais chama sua atenção é o comportamento da bibliotecária. Nesse ponto, ela descreve de maneira simples, óbvio, as principais atividades exercidas por essa profissional. No livro aparece o atendimento ao público, o processo técnico (tem até foto de um fichário antigo), a realização de atividades culturais diversas na biblioteca. E tudo isso é associado a figura da bibliotecária pela menina. Que baita propaganda positiva da nossa profissão!

Ao final do livro, há um pequeno texto falando um pouco sobre a importância das bibliotecas e sobre os/as bibliotecários/as. Esse é um livro para leitores que já tem um certo nível de leitura. A faixa etária recomendada é de 5-8 anos. As ilustrações são criativas e o acabamento é excelente.

Amei o modo como a biblioteca, a bibliotecária e, indiretamente, a biblioteconomia, são representados nessa obra. 🙂 ❤ E vocês, conhecem outros livros infantis em que a biblioteca e/ou bibliotecários/as são representados de um jeito tão legal?

A Biblioteconomia no escurinho do cinema

Eu adoro cinema! E adoro mais ainda quando encontro filmes que proporcionam uma reflexão interessante sobre a Biblioteconomia e os bibliotecários. Então, elaborei um top 3 de filmes, não foi fácil e já escuto o mimimi, com bibliotecários e/ou bibliotecas. Cada filme tem uma abordagem e linguagem diferentes e, portanto, apontam para diferentes caminhos percorridos pela nossa profissão.

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Processamento Técnico: recomendações de leitura

Processo Técnico é o “Conjunto de atividades às quais um documento é sucessivamente submetido até ser incluído no acervo e ser usado pelo público da biblioteca.” (CUNHA; CAVALCANTI, 2008, p. 293). Na lista a seguir estão algumas obras que podem ajudar estudantes e profissionais que estão envolvidos com essas atividades.

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Existem muitas variáveis envolvidas no Processo Técnico. Fonte da imagem: Pixabay

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Notas sobre Biblioteca Universitária e Biblioteca Especializada

A Biblioteca Universitária (BU) e a Biblioteca Especializada (BE) compartilham com os demais tipos de bibliotecas as funções básicas de armazenar, organizar e disseminar informações. 

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Estantes de livros vistas sob ângulo de câmera baixa. Fonte: Pixabay

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#Resenha – Aplicativo da Classificação Decimal de Dewey (CDD)

Sim, você leu certo. Essa postagem é a “resenha” de um aplicativo.

A Classificação Decimal de Dewey (CDD), do inglês Dewey Decimal Classification (DDC), é um sistema de classificação desenvolvido pelo bibliotecário estadunidense Melvil Dewey. Esse sistema está entre os mais populares do mundo e foi a base para o desenvolvimento de outras classificações famosas, como a Classificação Decimal Universal (CDU).

Sendo uma classificação muito popular é esperado que surjam ferramentas para facilitar o acesso a classificação. Exemplo disso é o aplicativo Micro Dictionary – DDC disponibilizado para download gratuito, pelo IG Publishing, na Google Play. Continuar lendo

Tabela PHA: história e modos de usar

As bibliotecas adotam variados sistemas de classificação e organização para seus acervos. Mesmo com as variações nesses sistemas é comum que cada obra do acervo possua um número de chamada. Segundo Cunha e Cavalcanti (2008, p. 263) esse número é o “conjunto de símbolos que identificam cada um dos itens do acervo e permitem seu arranjo nas estantes […]”. O número de chamada, normalmente, é composto pelo número de classificação (CDD, CDU, por exemplo) e pelo número correspondente ao sobrenome do autor.

O número que corresponde ao ponto de acesso principal – normalmente, o sobrenome do autor – e que ajuda a formar a notação de autor é extraído de sistemas (listas) alfanuméricos específicos. O mais famoso desses sistemas é a Tabela Cutter-Sanborn ou simplesmente Tabela Cutter. Essa tabela, adotada em bibliotecas do mundo inteiro, foi elaborada pelo bibliotecário Charles Ammi Cutter tendo por base os sobrenomes de língua inglesa. Isso não impede que, apesar das diferenças linguísticas, essa tabela seja adotada por bibliotecas de países que não tem o inglês como língua oficial. Continuar lendo