A Biblioteconomia em 280 caracteres

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Twitter é a mídia do que está acontecendo agora. Fonte: Pixabay

A Biblioteconomia brasileira não parece curtir muito o Twitter e isso é uma pena porque tem muito conteúdo importante e divertido na mídia social do passarinho azul. Na postagem de hoje, vou listar algumas @’s (só algumas mesmo) que falam sobre temas de interesse da Biblioteconomia e que, se você estiver perdido ou pensando em passar a frequentar a timeline (TL) do Twitter, vale a pena acompanhar. Continuar lendo

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#BiblioTermos – Inventário

Inventário, no contexto da Biblioteconomia, pode ser tanto o “Documento que relaciona e descreve […] bens patrimoniais […]” quanto a “Operação periódica, geralmente anual, que se destina a verificar a integridade das coleções de uma biblioteca, feita com auxílio de catálogo topográfico […]” (CUNHA; CAVALCANTI, 2008, p. 214).

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Let’s check! Fonte: Pixabay

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Resumo do XX Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (SNBU)

No período de 15 a 20 de abril aconteceu, na cidade de Salvador – BA, a 20ª edição do Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias (SNBU). O evento contou com palestras, apresentações de trabalho, feira de exposições, visitas técnicas e apresentações culturais. Obviamente não consegui participar de todas as atividades, mas gostei das que participei e vou dividir o resumo de algumas delas com vocês.

Evento paralelo: As ações do IBICT em prol da programação, disseminação e visibilidade da produção científica gerenciada elas bibliotecas publicas universitárias

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A palestra do Ibict sobre seus produtos e serviços estava lotada. Fonte da imagem: Izabel Lima

Essa atividade aconteceu em paralelo as palestras matutinas do primeiro dia. Os representantes do Ibict apresentaram algumas propostas para melhoria de serviços tradicionais – CCN, COMUT, Bibliodata e ISSN – ofertados pela instituição. A intenção é agregar recursos, modernizar e melhorar as bases e canais de comunicação relacionados a esses produtos. Ah, e se você tem alguma sugestão bacana de melhoria, entre em contato com eles. Continuar lendo

As bibliotecas estão no Instagram and I think that’s beautiful

Hello, people!

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As bibliotecas vão dominar o Instagram. Fonte da imagem: Pixabay

Vocês já atualizaram os stories de vocês hoje? 😉 😀 Calma que eu não vou lá conferir. Essa pergunta é só porque a postagem de hoje é sobre bibliotecas e Instagram. Essa mídia social tem sido cada vez mais utilizada pelas bibliotecas e existem vários perfis que – seja pela criatividade das postagens, riqueza do acervo ou pela diversidade de programação da instituição que o mantém – vale a pena acompanhar. Então, vamos a sete deles! Continuar lendo

#BiblioTermos – Desiderata

Desiderata é um termo do latim que significa “coisas desejadas”. Na área de Biblioteconomia é usado para designar uma “lista de livros e outros documentos desejados pela biblioteca para possível aquisição.” (CUNHA; CAVALCANTI, 2008, p. 120). Weitzel (2012) afunila um pouco mais essa definição ao considerar a desiderata como uma lista de itens que foram aprovados para incorporação ao acervo por cumprirem os critérios estabelecidos previamente pela biblioteca. Continuar lendo

#News – Estamos aqui para inspirar

A postagem de hoje é especial porque vim partilhar com vocês uma atividade desenvolvida por uma colega de UFC, a Nadsa Cid.

Ela é a idealizadora e organizadora de uma exposição que está acontecendo na Biblioteca Rui Simões de Menezes, localizada no Instituto de Ciências do Mar (Labomar). Com o nome “Em março, a Biblioteca indica o gênio criativo #leiamulheres”, essa exposição busca destacar e divulgar para a comunidade acadêmica as pesquisas desenvolvidas e os trabalhos escritos pelas pesquisadores e técnicas do Labomar. Continuar lendo

#BiblioTermos – Literatura Cinzenta

A literatura cinzenta também é chamada de gray/ grey literature, semi-published reports, shadow literature, underground literature e unpublished reports. A 4ª Conferência Internacional sobre Literatura Cinzenta (1999) define este tipo de literatura como sendo aquilo “[…] que é produzido em todos os níveis do governo, institutos, academias, empresas e indústria, em formato impresso e eletrônico, mas que não é controlado por editores científicos ou comerciais”. Continuar lendo