Começando a “Ser Bibliotecária”

Faz pouco mais de um ano que essa que vos tecla estava na Concha Acústica da Universidade Federal do Ceará (UFC) fazendo juramento, assinando ata de colação e ouvindo o Reitor discursar. E nesse meio tempo muita coisa aconteceu na minha vida de bibliotecária.

Eu, assinando a ata de colação
Eu, assinando a ata de colação

Certezas ruíram. Metas foram modificadas. Questionamentos surgiram, eventualmente foram respondidos e novas questões ocuparam o lugar.

Primeiro de tudo. Gosto de ser bibliotecária. Se alguém me perguntasse isso a um ano atrás eu diria que gostava do curso, da área e que esperava ser uma boa profissional. Hoje posso afirmar que gosto da minha profissão.

Segundo ponto: Me tornei crítica ainda mais ferrenha da biblioteconomia. E nada poderia ser mais coerente. Afinal, quem melhor que nós, profissionais que tentamos todos os dias conciliar teoria e prática para enxergar as lacunas de ambas e por meio de uma crítica construtiva tentar resolvê-las?

Ainda sobre tentar equilibrar teoria e prática, aqui vai um aviso pra algum desavisado que esteja passando por aqui: Por melhor que seja tua graduação, você nunca estará completamente preparado para os muitos perrengues desafios que vão aparecer no teu dia a dia profissional. Na universidade nós estudamos o ideal, mas a realidade (ainda) está distante desse ideal.

Aviso dado. Agora cabe a vocês decidirem o que vão fazer com ele.

Sobre metas?

Eu tinha tudo planejado, tim-tim por tim-tim, e sabem o que aconteceu? Isso mesmo. A vida aconteceu e fez meus planos profissionais mudaram. E sabem o que mais? Isso foi ótimo!

Mudar os planos se mostrou uma tremenda oportunidade de aprendizado e crescimento e não há nada melhor – para qualquer profissional – do que aprender e crescer com esse aprendizado. Por isso, tomem nota de mais essa: Se não quiserem falhar miseravelmente, sejam o tipo de profissionais que buscam aprender constantemente.

Tenho certeza que ainda estou longe de me tornar “a bibliotecária que quero ser” – parênteses para o fato desse ter sido o tema da sessão de fotos externas da minha turma =) -, mas acredito que cada passo que dei no último ano me aproximou dessa idealização profissional.

Se vou alcançá-la eu não sei. Porém, uma coisa é certa: serei uma profissional cada vez melhor enquanto continuar tentando alcançar (e superar) minhas próprias expectativas.

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2 comentários sobre “Começando a “Ser Bibliotecária”

  1. Parabéns Izabel, essa busca constante pelo conhecimento é o que não nos deixa perecer. Por enquanto não estou atuando como bibliotecária (meu sonho os meninos correndo e derrubando os livros das estantes), mas ser iconógrafa está sendo bem divertido, porque posso estudar o tempo todo, aprender junto com as pesquisas e tentar corrigir algumas coisas “erradas” que a gente faz por pura falta de conhecimento. Bem (substituto do Então – bate palminha), só desejo coisas boas pra gente. Abraço. 😀

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    • Acredito que ambas as áreas – Biblioteconomia e Iconografia – carecem desse estudo e pesquisa constantes.
      Para nós, que somos profissionais aprendentes, todas as coisas boas do mundo. =)

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